Pensava sempre,
no certo, no errado, na vida, na morte, no amor, no ódio, na loucura, na lucidez, na família, nos amigos, sentava comigo mesmo, acendia um cigarro, e pensava: "porra, mas e agora?".
Continuo pensando.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

À felicidade, como uma arma quente



Desabrochando o sentimentalismo
fraco, frio, seco, morto
Juntavam-se a mim em formas de pranto
Desesperado, seguiam-me onde for.

Perdiam-se junto a mim,
como tudo que já foi perdido,
Recuperavam, sentiam, deixavam de lado
Lamentava, sorria, chorava.

Levemente se ajeitava,
se acalmava, deixava "rolar"
sentia-se quente, vivo, feliz,
Estava certo, sempre esteve.

Happiness is a Warm Gun.


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